
Dados extraídos do Cenário da Infância e da Adolescência no Brasil 2023 da Fundação Abrinq ajudam a traçar um panorama geral da infância e adolescência no país a partir da análise e exposição dos principais indicadores sociais
Em alusão ao Dia Mundial da Infância, celebrado na terça-feira (21), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) alerta a sociedade para a realidade da infância e da adolescência vivida no Brasil. Os dados mais recentes sobre o tema são do relatório intitulado “Cenário da Infância e Adolescência no Brasil 2023”, lançado neste mês de março, pela Fundação Abrinq.
O documento traz à tona, por exemplo, o levantamento de que o Brasil possui uma população de 10,6 milhões de crianças e adolescentes com idades entre 0 e 14 anos que vivem na extrema pobreza, com renda domiciliar mensal per capita de até um quarto de salário-mínimo. O número corresponde a 24,1% das pessoas nesta faixa etária e sofreu um aumento de 38% em relação ao levantamento realizado em 2020.
Para o secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ariel de Castro Alves, os indicadores apontados por organizações, como os da Fundação Abrinq, são relevantes para que as instituições de governo possam agir. “A partir da análise sobre esses números, nós temos que pensar em estratégias e planejar ações de enfrentamento diante do atual cenário da infância no país”, pontuou o gestor.
Ariel reforça, ainda, que devem ser prioridades o enfrentamento à pobreza, à miséria, à evasão escolar, à violência, à queda na vacinação infantil e ao aumento da mortalidade infantil e materna.
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